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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Aprenda a reconhecer os sinais de estresse no seu cão

Sinais de estresse:

Anorexia: Se ele não aceita nem o mais delicioso petisco pode estar sem fome mas é geralmente um indicador de estresse.

Sinais para acalmar ou de submissão: Nem sempre indicam estresse pois esses sinais são ferramentas importantes na comunicação do seu cão, mas quando forem oferecidos seguidos de outros comportamentos você deve ficar atento. Os sinais são:


Se mover lentamente: Os cães mais subordinados parecem se mover em câmera len a Lamber os lábios: Os cães mais subordinados lambem os lábios dos cães com posto mais alto na matilha.
Sentar / Deitar / Deitar de barriga pra cima: Os cães mais subordinados mostram submissão ao “diminuir” o tamanho do seu corpo, além de expor suas partes vulneráveis.
 Virar a cabeça / Desviar os olhos: Os cães subordinados evitam contato com os olhos e expõe o pescoço.

Prevenção: Evita contato com o dono, fica parado e alerta.
Expressão assustada: Aparecem rugas na testa e em volta dos olhos.
Problemas digestivos:  O sistema digestivo sofre bastante com os sinais de estresse, pode ocorrer vômitos, diarréias ou prisão de ventre. Antes de tudo verifique se não há um problema de saúde.

Comportamentos como:
·  Piscar: Os cães piscam mais rápido que o normal.
·  Lamber o nariz: Lambem o nariz repetidamente, muitas vezes.
·  Ranger os dentes.
·  Se coçar.
·  Se chacoalhar. Se o cão está molhado, é normal. Se ele estiver seco, não.
·   Bocejar.
Babar: 
Pode ser um indicador de estresse – ou uma resposta à presença de comida ou pode indicar um machucado na boca.


 Se limpar excessivamente:
O cão lambe ou mordisca as patas, flanco, cauda e genitais, podendo chegar ao ponto de automutilação.


Problemas do Sistema Imune: Ficar estressado por muito tempo enfraquece o sistema imunológico. Os problemas relacionados ao sistema imune melhora quando os níveis de estresse do cão diminuem.
Falta de atenção: O cérebro tem dificuldade de processar informações quando estressado.
Ficar encostado / “grudado” em alguém: O cão estressado procura contato humano para se tranquilizar.
Abaixar o corpo: Se esgueirar, agir como culpado ou afastar-se sorrateiramente (todas má interpretações da linguagem corporal canina) podem ser indicadores de estresse.
Transtornos Obssessivo-Compulsivos: Incluem caçar moscas imaginárias, perseguir luzes e sombras, perseguir a cauda, comer objetos, “mamar” os flancos, automutilação e outros. Embora estes transtornos possam ser de origem genética, o comportamento em si geralmente é causado pelo estresse.
Ofegar: Respiração rápida, superficial ou pesada sem o cão estar aquecido ou ter acabado de se exercitar.
Espreguiçar-se: Para relaxar os músculos tensos devido ao estresse, muitos cães se espreguiçam (pode ocorrer depois de acordar ou de ficar muito tempo no mesmo lugar).
Patas molhadas / suadas: O cão deixa pegadas de suor no chão, mesa de exame ou tapetes.
Tremer: Devido ao estresse (ou frio!).
Chorar: Uma vocalização aguda, que irrita a maioria dos humanos, é um indicador de estresse. Embora algumas pessoas a interpretem como excitação, um cão que está excitado a ponto de choramingar também está estressado.

È muito importante ficar atento a esses sinais para evitar que o cão morda, ataque ou fique doente "sem motivos".

Fonte: (eu tinha essa matéria salva em Word, não lembro de onde peguei, se alguém souber me avisa!)

Diário de um cão

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Contando como foi a castração da Minnie

Depois de explicar o que é a castração e as vantagens resolvi postar na prática como foi a castração da minha cadelinha, a Minnie. Levei ela ao veterinário para a castração quando tinha 7 meses (faz um ano), pois queria que fosse antes do primeiro cio. Custou 250 reais. Levei ela no período da manhã, ela estava calma e eu tinha certeza que queria fazer isso por ela. Voltei para pegá-la perto das cinco da tarde, a cirurgia foi um sucesso, e ela se comportou muito bem durante o pós operatório. Estava um pouco mais quieta do que de costume, devido a anestesia, mas não parecia sentir nenhuma dor, se movimentava normalmente e ficou toda feliz quando me viu. Em casa, conforme o efeito da anestesia passava, ela ia voltando ao seu estado normal de super agitada, como sempre, dependendo do movimento que fazia ela chorava um pouco, mas caminhava normalmente. No segundo dia já corria, mas eu ficava de olho por que os pontos tinha que cicatrizar direitinho, chorava muito pouco, e estava visivelmente mais calma. Em nenhum momento tentou lamber ou coçar a área dos pontos, fiquei de olho pois se ela começasse a mexer eu teria que colocar aquele colar que parece um abajur, mas ainda bem não precisou. 

No terceiro dia nem parecia que tinha feito cirurgia, fazia tudo como de costume e nem chorava mais. A cicatrização foi ótima e rápida, na segunda semana voltamos ao veterinário para a retirada dos pontos, tudo certo, ela não sentiu dor e se comportou milagrosamente bem. A partir desse dia voltou a rotina normal e após um mês a cicatriz já era bem pequena. Hoje, após um anos, nem parece que ela fez alguma cirurgia no local, não ficou nenhuma cicatriz, enfim, foi um sucesso. Seu temperamento continuou o mesmo, e em nenhum momento me arrependi de ter feito isso, ela e nem eu precisamos nos incomodar com o período do cio nem com o risco de engravidar ou com a possibilidade de desenvolver câncer de útero, trompas ou ovários. Seu comportamento com outras fêmeas melhorou muito, e nunca mais vi ela brigar com uma. Engordou um pouco como era de se esperar, mas logo voltou a seu peso considerado normal. 

Castrar é um ato de amor!

Castração

A castração consiste na retirada do útero, trompas e ovários, no caso das cadelas, e dos testículos nos machos. O objetivo é que não possam mais se reproduzir. 

Vantagens da castração:
1) Diminui drasticamente o risco de doenças nas vias uterinas, do câncer de mama, útero, próstata e testículos; 
2) Elimina a Gravidez Psicológica, comum em algumas fêmeas após o término do cio, o que ocasiona aumento das mamas (muitas vezes com edema), a produção de leite e irritabilidade excessiva;
3) Elimina o risco do câncer dos órgão genitais;
4) Diminui o risco das fugas e brigas, que podem acarretar acidentes graves e até fatais;
5) Acaba com os latidos, uivos e miados excessivos que ocorrem por ocasião do cio;
6) Elimina os estados de excitação por falta de cruzamento (e o embaraço com as visitas!); 
7) Elimina a inconveniente perda de sangue das cadelas no período de cio, assim como as desagradáveis reuniões de machos na porta de sua residência; 8) Diminuiu o hábito dos gatos de urinar em paredes e móveis para marcar território. A urina também perde o odor forte e desagradável.

Mitos sobre a Castração:
"Castração engorda?” 
O animal não engorda devido à castração e sim pela diminuição de suas atividades físicas, necessitando, portanto, mais exercícios.A quantidade de alimento também poderá ser diminuida.
- "Eu não posso pagar!” 
O custo da operação será amplamente compensado por futuros gastos com alimentação, vacinas, etc. do animal gestante e das crias. Ou de eventuais complicações no parto ou ainda despesas com cirurgias e medicamentos decorrentes de doenças em animais não castrados (ex. Piometra). Hoje, várias clínicas realizam castrações a preços reduzidos ou facilitam o pagamento. Consulte os Veterinários Solidários.
- “Eu sempre arrumo pra quem dar os filhotes” 
Nem sempre isso é verdadeiro, sendo mais comum a atitude de querer se livrar de um problema. É sempre bom lembrar que uma fêmea pode gerar dezenas de filhotes que, por sua vez, crescerão e terão outras crias, multiplicando o problema. Para que deixar novos filhotes nascerem se não há lares suficientes para os que já existem?
- “Ele não tomará mais conta da casa.” 
Os animais castrados não perdem o instinto de proteger seu território. Por outro lado, perde o indesejável costume de urinar em diversos cantos. Cabe ainda lembrar que animais castrados ficarão mais caseiros, deixando de se envolver em brigas na disputa de fêmeas.
- “Mas ela precisa ter pelo menos uma cria...” 
Ter uma cria não acrescenta saúde ao animal e sim mais animais ao problema. Pesquisas mostram que, quanto mais cedo for realizada a castração, menores as chances da fêmea desenvolver câncer de mama. A castração também prevenirá o surgimento de Piometra, doença freqüente em fêmeas adultas.
- “Meu animal vai sofrer?” 
A cirurgia, feita sob anestesia geral, é indolor. Dentro de um ou dois dias, o animal estará brincando e retomará suas atividades normais.
- “Eu estarei interferindo na natureza do meu animal?” 
Seu animal não tem escolha, segue apenas o instinto. É dever do proprietário intervir e prevenir nascimentos indesejados. O animal será beneficiado e não subtraído de algo.
Ajude a combater a superpopulação o abandono: castre seu cão ou gato, machos e fêmeas!



terça-feira, 13 de setembro de 2011

Acostumando um cão adulto dentro do crate

Crate: É um tipo de confinamento para os cães, o mais conhecido é a caixa de transporte, mas tem diversos modelos dependendo do tempo que pretende deixar o cão ( lembrando que ele nunca deve ficar mais que 4 horas dentro de uma caixa de transporte e no máximo 5 horas se for um canil maior com espaço para necessidades).

Mas não é crueldade deixá-lo preso em uma gaiola? Primeiro você precisa entender que até nós, humanos, temos nossa prisão, que é a nossa casa, com portas delimitando o tamanho. O crate será como um quarto ou um espaço só do cão, aonde ele vai poder descansar sozinho e em paz, brincar e relaxar, como se fosse sua toca dos tempos primitivos. É claro que você não deve deixá-lo lá sem um devido treinamento antes, e jamais o obrigue a entrar ou o force, ele precisa associar o crate com algo bom, como diversos brinquedos (kong, ursinhos, ossos especiais) e entender que ele não irá ficar muito tempo sozinho. Se o método de confinamento que você escolheu for um crate pequeno, que servirá como sua caminha, então fique atento pois ele precisa-rá fazer suas necessidades fisiológicas, como cães não costumam urinar ou defecar em lugares apertados ele vai segurar, mas tudo tem um limite, uma hora ele vai liberar ou vai ter uma bela infecção se você não tirá-lo de lá. Agora, se seu método de confinamento for algo tipo um canil, com um pipidollys no cantinho, então você não precisará se preocupar com as necessidades, mas se certifique que o espaço é grande o suficiente e que seu banheirinho fique o mais longe possível da caminha. 

Eu escolhi o segundo método. Eu e minha mãe fizemos um canil na área de serviço, pintamos a grade de rosa, colocamos portinhas e uma divisória aonde seria o banheiro dela. Ainda não iniciei o treinamento com ela, mas em breve terei que fazer isso e vou contar detalhes passo a passo.

E como ensinar a ficar dentro do crate?
(texto retirado daqui)

crate training tem uma regra muito importante: Nunca force ou empurre o cão para entrar no crate. Isso só vai fazer com que o cão tenha medo e tornará a adaptação muito mais difícil senão impossível.
O intuito é que o cão se sinta relaxado e a vontade lá dentro e não que fique desesperado para sair. Em outras palavras seu cão tem que amar o crate.


Preparando o crate
O crate tem que ser um lugar confortável e aconchegante, coloque uma almofada na base e um cobertorzinho ou paninho que ele já tenha e goste. Se seu cão for muito apegado a você vale a pena colocar alguma coisa com seu cheiro, pode ser uma camiseta usada, uma meia ou compre um lenço e amarre no pescoço enquanto estiver em casa por alguns dias.
Primeiro contato
O modo mais facil de acostumar um cão ao crate é, obviamente, usando comida.
Escolha um tipo de petisco, ossinho ou recheio para kong (aqui você encontra algumas sugestões de recheio) que ele ame e que será exclusivo para ser usado no crate training. Caso seu peludo não seja chegado em petiscos use um ou dois dos brinquedos preferidos dele.
No começo coloque em um lugar onde o cão possa te ver a maior parte do tempo. Na sala perto do sofá ou perto do seu computador.
  1. O primeiro contato com o crate é o mais importante, abra a portinha e deixe seu cão cheirar e investigar. Em seguida pegue um petisco ou brinquedo e coloque lá dentro próximo a porta, seu cão provavelmente vai pegá-lo com desconfiança e sair correndo, isso é normal. Vá colocando o petisco cada vez mais para o fundo.
    Caso ele não queira nem chegar perto comece jogando petiscos no chão a uma distancia que ele se sinta seguro e aos poucos vá chegando mais perto. Você pode tentar também fazer uma trilha de petiscos até o crate. Esse processo pode levar alguns dias ou semanas, não apresse o cão, faça sessões curtas de 2 a 5 minutos duas vezes ao dia. Apenas quando ele se sentir confiante para pegar o petisco colocado dentro do crate avance para o próximo passo.
  2. Após repetir o passo anterior algumas vezes, amarre uma cordinha no fundo do crate, pegue um kong ou ossinho e amarre de modo que o cão tenha que entrar e ficar no no crate para roe-lo. No primeiro momento o cão tentará pegar o kong/osso e sair, quando perceber que não consegue puxa-lo para fora pode ficar confuso. Deixe que ele descubra sozinho o que fazer. Quando ele entrar e deitar para se deliciar sente em um lugar proximo mas não interfira ou feche a portinha.
  3. Quando ele se sentir confortavel com o passo anterior e não tentar mais puxar o kong ou tiver receio de entrar no crate pegue petiscos, um kong ou o brinquedo que ele mais ama, coloque no fundo do crate sem amarrar e feche a porta com o cão para fora. Ele provavelmente ficará desesperado para entrar, então abra a porta, deixe que o cão entre e feche em seguida com o cão dentro (veja o video abaixo). Fique em um lugar que ele possa ve-lo e deixe a porta fechada apenas por alguns segundos. 
Aumentando o tempo de confinamento
  1. Gradativamente mas não linearmente aumente o tempo que a porta fica fechada, ou seja, em uma sessão feche por 3, 5 e 2 segundos, na proxima 5, 7 e 3 segundos. Assim o cão não terá a impressão de que o tempo que fica preso é sempre mais longo. O limite de cada sessão são alguns segundos (ou minutos quando ele já estiver acostumado) a mais que o tempo mais longo da ultima sessão. Conforme o tempo vai aumentando deixe tambem um entretenimento que dure mais, como um recheio de kong mais dificil de tirar ou um ossinho mais demorado de roer. 
  2. Quando perceber que o cão já se acostumou e fica relaxado no crate por um tempo considerável, mova-o para um lugar no mesmo comodo onde ele possa ouvi-lo mas não possa vê-lo. Conforme ele se acostumar com a nova situação você então pode mudar o crate para outro comodo da casa dando um tempo para ele se acostumar a ficar sozinho e por ultimo sair de casa enquanto ele estiver preso. 
Aqui em casa o Fritz se acostumou super rapido, depois de alguns dias tirei a caminha dele que ficava ao lado da minha e coloquei o crate no lugar. Não demorou para ele dormir a noite inteira com a portinha fechada sem reclamar. Apenas quando está muito calor deixo aberta caso ele prefira dormir no chão, onde é mais fresquinho. Também após a introdução ao crate ele começou a se esconder lá dentro toda vez que trovejava ou soltavam fogos, por isso digo que crating é ótimo para cães medrosos, pois elea passam a ter um cantinho para se esconder ao invés de entrar em pânico e tentar fugir ou se machucar.
Uma outra dica é passar a oferecer as refeições apenas dentro do crate, mas isso só deve acontecer depois de passar pelas fases do primeiro contato e ele se sentir a vontade entrando e saindo.
Quando o peludo se acostumar a entrar e sair do crate vale a pena dar um nome para a ação. É muito simples, toda vez que ele entrar no crate diga a palavra de sua preferência, aqui em casa eu digo “casinha”

Inteligência canina


Renomado pesquisador coloca lado a lado a inteligência canina e a de uma criança humana de 2 anos de idade.

Os cães podem compreender mais de 150 palavras e intencionalmente enganar outros cães e pessoas, de acordo com o psicólogo e pesquisador Stanley Coren, PhD, da University of British Columbia.

Coren, autor dos livros mais populares sobre comportamento canino, revisou vários estudos para concluir que os cães têm a capacidade de resolver problemas complexos e são mais parecidos com os humanos e outros primatas do que se pensava anteriormente.

Segundo Coren, as habilidades mentais dos cães estão perto a de uma criança humana de 2 a 2 anos e meio de idade.

Há diferenças na inteligência entre os vários tipos de cães, e a raça determina algumas destas diferenças, diz Coren: "Há três tipos de inteligência do cão: instintiva (o que o cão é adestrado para fazer), adaptação (como o cão aprende a partir de seu ambiente a resolver problemas) e de trabalho e obediência (o equivalente a aprendizagem escolar)."

Dados de 208 juízes ligados a provas de obediência nos Estados Unidos e no Canadá mostraram as diferenças no trabalho e inteligência entre as raças de cães. "Border Collies são o número um; Poodles estão em segundo, seguido pelos Pastores Alemães. Quarto na lista é os Golden Retrievers, o quinto, Dobermans, sexta Shetland, e, finalmente, Labrador Retrievers", disse Coren.

O cão de média inteligência pode aprender 165 palavras, incluindo sinais, e os cães "super" (aqueles que estão entre os 20 no ranking de inteligência) podem aprender 250 palavras, diz Coren. "O limite máximo da capacidade dos cães de aprender palavras e gestos é parcialmente baseado em um estudo de um Border Collie chamado Rico, que mostrou conhecimento de 200 palavras e demonstrou o que os cientistas acreditavam que só poderia ser encontrado nos seres humanos e em alguns primatas", disse Coren.

Segundo Coren, os cães também podem contar até quatro ou cinco. E eles têm uma compreensão básica da aritmética e vai notar erros em cálculos simples, como 1 +1 = 1 ou 1 +1 = 3.

Através da observação, Coren disse: “Os cães podem aprender a localização de itens variados, as vias de melhor acesso em um ambiente (o caminho mais rápido para chegar em uma cadeira), como operar os mecanismos (tais como fechos e máquinas simples) e do significado das palavras e conceitos simbólicos (às vezes simplesmente por ouvir as pessoas falarem e vendo suas ações).”

Durante o jogo proposto na pesquisa, observou-se que os cães são capazes de tentar enganar outros cães e pessoas a fim de receber recompensas. Coren afirmou: "Os cães são tão bem sucedidos em enganar os seres humanos assim quanto os seres humanos estão em enganar eles."

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Destruição canina