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sábado, 17 de setembro de 2011

Como ensinei a Minnie a fazer suas necessidades no local correto

Tem um monte de coisas que ainda tenho que ensinar pra minha Minnie, ela sofre de ansiedade de separação, é pouco sociável e arisca com pessoas estranhas, mas se tem uma coisa que eu tenho orgulho de ter conseguido ensinar a ela foi a usar seu banheirinho sempre e de maneira correta. Vou explicar na prática como fiz isso:

Quando a Minnie veio aqui pra casa, aos 3 meses, ela mesmo elegeu seu local de necessidades, foi na área de serviço no cantinho, quando ela fez seu primeiro pipi ali eu já coloquei jornais em cima e decidi que ali seria seu banheirinho. Ela voltou a fazer pipi ali e eu sempre colocava jornais em cima em vez de limpar para que ela sentisse o cheiro e voltasse sempre a fazer ali. Ela errou diversas vezes, quando eu via que ela estava se preparando para fazer suas necessidades eu saia correndo pegava ela e colocava em cima dos jornais, e ficava esperando até ela fazer, quando ela fazia eu dava um biscoito e ficava toda feliz. Aos poucos ela foi aprendendo e foi errando cada vez menos, tive que tirar todos os tapetes da casa porque ela amava fazer neles. Depois de uns meses fui diminuindo a área de jornais para cada vez menos, ela foi aprendendo a fazer certinho ali, não precisava mais de recompensas nem nada. Quando ela aprendeu bem que ali era seu local de fazer necessidades eu decidi substituir os jornais pelo pipidolly, esse aqui:


Na primeira noite eu coloquei vários jornais em cima pra ela ir se acostumando, mas como tem um degrau ela estranhou, ficou com medo. Mas eu estava bem confiante que ela ia aprender, coloquei ela em cima e fiquei ali até ela fazer xixi, demorou mais de uma hora, eu sabia que ela estava com vontade pois fazia um bom tempo que ela não fazia xixi, mas também sabia que ela ia lutar até não aguentar mais. Sentei na frente dela e fiquei esperando, ela tentava sair e eu não deixava, depois de uma hora ela finalmente fez, dei biscoitinho e a liberei, ela ficou toda feliz. Nas outras vezes eu precisei ficar de olho porque de vez em quando ela fazia do lado do pipidolly em vez de subir em cima, mas aos poucos ela foi acostumando, depois de um mês não precisei mais recompensá-la, e hoje ela nunca erra. Vai sempre lá direitinho, mesmo de madrugada quando ela dorme na minha cama ela levanta, empurra a porta e vai até a área de serviço fazer suas necessidades. Se a porta tá fechada ela fica arranhando até alguém ir abrir pra ela, um amor! Tenho muito orgulho dela ter aprendido tão bem a usar seu benheirinho *-*

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sons que eles ouvem


Cães são dotados de uma capacidade auditiva muito maior do que a dos seres humanos.

É o que afirma Alexandra Horowitz, no excelente livro "A Cabeça do Cachorro": "eles conseguem detectar sons até 45 quilo-hertz, muito mais altos do que as células capilares de nossos ouvidos. Daí, o poder do apito próprio para cães, um dispositivo aparentemente mágico que não emite nenhum som audível para nós e que, no entanto, atinge os ouvidos caninos a quarteirões de distância. (...) Até mesmo um cômodo normal palpita com frequências altas, constantemente detectáveis pelos cães. Você acha que seu quarto é calmo quando levanta de manhã? O ressonador de cristal usado nos relógios despertadores digitais emite um alarme constante de pulsos de alta frequência percebíveis pelos ouvidos caninos. Os cães conseguem ouvir o trinar navegacional dos ratos atrás das paredes e as vibrações corporais dos cupins. Sabe aquela luz fluorescente compacta que você instalou para economizar energia? Você pode não ouvir o zumbido, mas seu cão provavelmente ouve."

Assim, que tal dar um descanso para os ouvidos caninos e ainda ajudar a preservar o meio ambiente?

Quer saber como? Veja no vídeo abaixo:


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Testando o Q.I do seu cão

As doze perguntas a seguir, baseadas em testes de Q.I. para seres humanos, medem a capacidade mental de seu cão, avaliando as habilidades visuais e auditivas, assim como o comportamento social e doméstico do animal.
Lembre-se que este teste não é científico e os resultados não deverão ser usados como base para qualquer decisão pessoal com relação a seu cão!
Escolha apenas uma resposta para cada pergunta. Confira a pontuação e calcule os pontos no final.

1- Quando seu cão estiver o observando, faça de conta que está apanhando um petisco e finja comê-lo. Seu cão:
A - Passa a olhá-lo de forma intensa, como se você estivesse mesmo comendo.
B - Analisa o lugar de onde você supostamente apanhou a "comida" para ver se há algo ali.
C - Mostra-se desinteressado.
D - Parece perceber que você está fingindo.

2 - Se seu cão estivesse correndo no campo e o caminho fosse interrompido por uma cerca muito alta, o que ele provavelmente faria?
A - Correria ao longo da cerca procurando uma forma de contorná-la.
B - Esqueceria o obstáculo e sairia correndo em outra direção.
C - Tentaria cavar um buraco por baixo ou passar de outra forma.
D - Esperaria por você para ajudá-lo.

3 - Quantas das seguintes palavras seu cão reconhece (ou a versão dos donos para elas): jantar, veterinário, cama, tchau?
A - Três ou quatro.
B - Duas.
C - Uma.
D - Nenhuma.

4 - Quando você está na cozinha desembrulhando algum alimento, seu cão:
A - Corre para a cozinha, assim que ouve o barulho.
B - Vai olhar apenas quando está muito faminto ou curioso.
C - Não percebe que você está desempacotando comida a menos que o faça diante dele.

5 - Se seu cão estiver próximo a uma porta e ouvir um barulho estranho, qual é a reação dele?
A - Começa a latir e tenta sair.
B - Ignora o barulho.
C - Fica em silêncio, atento ao barulho.

6 - Se você estivesse passeando com seu cão e vocês se encontrassem com outro maior, ou até mesmo um cavalo, o que seu cão faria?
A - Avançaria e morderia a pata do animal, latindo e hostilizando-o.
B - Começaria a rosnar e latir ferozmente, à distância.
C - Ficaria fora do caminho.
D - Chegaria perto do animal de forma cautelosa ou brincalhona.

7 - Se você está passeando com ele na coleira e chega a uma rua movimentada, seu cão:
A - Pára na calçada e observa se é seguro ou não atravessar.
B - Confia em sua decisão de quando atravessar.
C - Segue em frente, obrigando-o a refreá-lo pela coleira.

8 - Você decide parar de brincar com seu cão. Como ele lhe dá a entender que quer continuar :
A - Com um ganido.
B - Tentando recomeçar a brincadeira.
C - Rosnando.

9 - Seu cão parece se lembrar das pessoas que visitam sua casa ocasionalmente?
A - Não.
B - Sim, principalmente se foram amistosas com ele na última visita.
C - Às vezes.
D - Não, mas comporta-se como se as reconhecesse se oferecerem comida a ele.

10 - Seu cão quer beber água, mas a tigela está vazia. Ele:
A - Espera você perceber que a tigela está vazia.
B - Procura outra fonte de água (vaso sanitário ou poça de água)
C - Procura você e começa a ganir.
D - Leva você até a tigela e mostra que está vazia.
E - Senta-se perto da tigela e começa a uivar.

11 - Como seu cão se comporta quando você o apanha fazendo algo errado e ele sabe que está em maus lençóis?
A - Sai furtivamente, com ar de culpa, orelhas e rabo para baixo.
B - Sai correndo com ar preocupado.
C - Sai correndo com ar alegre.
D - Encolhe-se, amedrontado, à sua frente.

12 - Qual o comportamento de sue cão ao se encontrar em um ambiente novo?
A - Mostra-se muito curioso, explorando cada canto ou fresta.
B - Fica moderadamente curioso.
C - Sua única curiosidade é sobre o que há para comer.
Some os pontos conforme indicado abaixo:

Pontuação das Respostas
1- A= 2, B=3, C= 1, D= 4
2- A= 4, B=1, C= 2, D= 2
3- A= 4, B=3, C= 2, D=1
4- A= 3, B=3, C= 1
5- A= 2, B=1, C= 3
6- A= 1, B=3, C= 4, D= 2
7- A= 4, B=3, C= 1
8- A= 2, B=3, C= 1
9- A= 1, B=4, C= 3, D= 2
10- A= 1, B=4, C= 3, D= 4, E=2
11- A= 4, B=2, C= 1, D= 3
12- A= 3, B=2, C= 1

Resultado
14 e abaixo ---> Ignorante, mas feliz.
15 - 18 ---------> Quase sempre estúpido.
19 - 23 ---------> Ocasionalmente esperto.
24 - 27---------> Média.
28 - 31---------> Acima da média.
32 - 37---------> Muito inteligente.
38 - 41---------> Extremamente inteligente
42 e acima-----> Gênio canino
A pontuação média para cães domésticos que fizeram a versão completa do teste foi de 24-27. Um cão treinado alcançou a pontuação mais alta.

A pontuação da Minnie foi: 37 (extremamente inteligente)

Aprenda a reconhecer os sinais de estresse no seu cão

Sinais de estresse:

Anorexia: Se ele não aceita nem o mais delicioso petisco pode estar sem fome mas é geralmente um indicador de estresse.

Sinais para acalmar ou de submissão: Nem sempre indicam estresse pois esses sinais são ferramentas importantes na comunicação do seu cão, mas quando forem oferecidos seguidos de outros comportamentos você deve ficar atento. Os sinais são:


Se mover lentamente: Os cães mais subordinados parecem se mover em câmera len a Lamber os lábios: Os cães mais subordinados lambem os lábios dos cães com posto mais alto na matilha.
Sentar / Deitar / Deitar de barriga pra cima: Os cães mais subordinados mostram submissão ao “diminuir” o tamanho do seu corpo, além de expor suas partes vulneráveis.
 Virar a cabeça / Desviar os olhos: Os cães subordinados evitam contato com os olhos e expõe o pescoço.

Prevenção: Evita contato com o dono, fica parado e alerta.
Expressão assustada: Aparecem rugas na testa e em volta dos olhos.
Problemas digestivos:  O sistema digestivo sofre bastante com os sinais de estresse, pode ocorrer vômitos, diarréias ou prisão de ventre. Antes de tudo verifique se não há um problema de saúde.

Comportamentos como:
·  Piscar: Os cães piscam mais rápido que o normal.
·  Lamber o nariz: Lambem o nariz repetidamente, muitas vezes.
·  Ranger os dentes.
·  Se coçar.
·  Se chacoalhar. Se o cão está molhado, é normal. Se ele estiver seco, não.
·   Bocejar.
Babar: 
Pode ser um indicador de estresse – ou uma resposta à presença de comida ou pode indicar um machucado na boca.


 Se limpar excessivamente:
O cão lambe ou mordisca as patas, flanco, cauda e genitais, podendo chegar ao ponto de automutilação.


Problemas do Sistema Imune: Ficar estressado por muito tempo enfraquece o sistema imunológico. Os problemas relacionados ao sistema imune melhora quando os níveis de estresse do cão diminuem.
Falta de atenção: O cérebro tem dificuldade de processar informações quando estressado.
Ficar encostado / “grudado” em alguém: O cão estressado procura contato humano para se tranquilizar.
Abaixar o corpo: Se esgueirar, agir como culpado ou afastar-se sorrateiramente (todas má interpretações da linguagem corporal canina) podem ser indicadores de estresse.
Transtornos Obssessivo-Compulsivos: Incluem caçar moscas imaginárias, perseguir luzes e sombras, perseguir a cauda, comer objetos, “mamar” os flancos, automutilação e outros. Embora estes transtornos possam ser de origem genética, o comportamento em si geralmente é causado pelo estresse.
Ofegar: Respiração rápida, superficial ou pesada sem o cão estar aquecido ou ter acabado de se exercitar.
Espreguiçar-se: Para relaxar os músculos tensos devido ao estresse, muitos cães se espreguiçam (pode ocorrer depois de acordar ou de ficar muito tempo no mesmo lugar).
Patas molhadas / suadas: O cão deixa pegadas de suor no chão, mesa de exame ou tapetes.
Tremer: Devido ao estresse (ou frio!).
Chorar: Uma vocalização aguda, que irrita a maioria dos humanos, é um indicador de estresse. Embora algumas pessoas a interpretem como excitação, um cão que está excitado a ponto de choramingar também está estressado.

È muito importante ficar atento a esses sinais para evitar que o cão morda, ataque ou fique doente "sem motivos".

Fonte: (eu tinha essa matéria salva em Word, não lembro de onde peguei, se alguém souber me avisa!)

Diário de um cão

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Contando como foi a castração da Minnie

Depois de explicar o que é a castração e as vantagens resolvi postar na prática como foi a castração da minha cadelinha, a Minnie. Levei ela ao veterinário para a castração quando tinha 7 meses (faz um ano), pois queria que fosse antes do primeiro cio. Custou 250 reais. Levei ela no período da manhã, ela estava calma e eu tinha certeza que queria fazer isso por ela. Voltei para pegá-la perto das cinco da tarde, a cirurgia foi um sucesso, e ela se comportou muito bem durante o pós operatório. Estava um pouco mais quieta do que de costume, devido a anestesia, mas não parecia sentir nenhuma dor, se movimentava normalmente e ficou toda feliz quando me viu. Em casa, conforme o efeito da anestesia passava, ela ia voltando ao seu estado normal de super agitada, como sempre, dependendo do movimento que fazia ela chorava um pouco, mas caminhava normalmente. No segundo dia já corria, mas eu ficava de olho por que os pontos tinha que cicatrizar direitinho, chorava muito pouco, e estava visivelmente mais calma. Em nenhum momento tentou lamber ou coçar a área dos pontos, fiquei de olho pois se ela começasse a mexer eu teria que colocar aquele colar que parece um abajur, mas ainda bem não precisou. 

No terceiro dia nem parecia que tinha feito cirurgia, fazia tudo como de costume e nem chorava mais. A cicatrização foi ótima e rápida, na segunda semana voltamos ao veterinário para a retirada dos pontos, tudo certo, ela não sentiu dor e se comportou milagrosamente bem. A partir desse dia voltou a rotina normal e após um mês a cicatriz já era bem pequena. Hoje, após um anos, nem parece que ela fez alguma cirurgia no local, não ficou nenhuma cicatriz, enfim, foi um sucesso. Seu temperamento continuou o mesmo, e em nenhum momento me arrependi de ter feito isso, ela e nem eu precisamos nos incomodar com o período do cio nem com o risco de engravidar ou com a possibilidade de desenvolver câncer de útero, trompas ou ovários. Seu comportamento com outras fêmeas melhorou muito, e nunca mais vi ela brigar com uma. Engordou um pouco como era de se esperar, mas logo voltou a seu peso considerado normal. 

Castrar é um ato de amor!

Castração

A castração consiste na retirada do útero, trompas e ovários, no caso das cadelas, e dos testículos nos machos. O objetivo é que não possam mais se reproduzir. 

Vantagens da castração:
1) Diminui drasticamente o risco de doenças nas vias uterinas, do câncer de mama, útero, próstata e testículos; 
2) Elimina a Gravidez Psicológica, comum em algumas fêmeas após o término do cio, o que ocasiona aumento das mamas (muitas vezes com edema), a produção de leite e irritabilidade excessiva;
3) Elimina o risco do câncer dos órgão genitais;
4) Diminui o risco das fugas e brigas, que podem acarretar acidentes graves e até fatais;
5) Acaba com os latidos, uivos e miados excessivos que ocorrem por ocasião do cio;
6) Elimina os estados de excitação por falta de cruzamento (e o embaraço com as visitas!); 
7) Elimina a inconveniente perda de sangue das cadelas no período de cio, assim como as desagradáveis reuniões de machos na porta de sua residência; 8) Diminuiu o hábito dos gatos de urinar em paredes e móveis para marcar território. A urina também perde o odor forte e desagradável.

Mitos sobre a Castração:
"Castração engorda?” 
O animal não engorda devido à castração e sim pela diminuição de suas atividades físicas, necessitando, portanto, mais exercícios.A quantidade de alimento também poderá ser diminuida.
- "Eu não posso pagar!” 
O custo da operação será amplamente compensado por futuros gastos com alimentação, vacinas, etc. do animal gestante e das crias. Ou de eventuais complicações no parto ou ainda despesas com cirurgias e medicamentos decorrentes de doenças em animais não castrados (ex. Piometra). Hoje, várias clínicas realizam castrações a preços reduzidos ou facilitam o pagamento. Consulte os Veterinários Solidários.
- “Eu sempre arrumo pra quem dar os filhotes” 
Nem sempre isso é verdadeiro, sendo mais comum a atitude de querer se livrar de um problema. É sempre bom lembrar que uma fêmea pode gerar dezenas de filhotes que, por sua vez, crescerão e terão outras crias, multiplicando o problema. Para que deixar novos filhotes nascerem se não há lares suficientes para os que já existem?
- “Ele não tomará mais conta da casa.” 
Os animais castrados não perdem o instinto de proteger seu território. Por outro lado, perde o indesejável costume de urinar em diversos cantos. Cabe ainda lembrar que animais castrados ficarão mais caseiros, deixando de se envolver em brigas na disputa de fêmeas.
- “Mas ela precisa ter pelo menos uma cria...” 
Ter uma cria não acrescenta saúde ao animal e sim mais animais ao problema. Pesquisas mostram que, quanto mais cedo for realizada a castração, menores as chances da fêmea desenvolver câncer de mama. A castração também prevenirá o surgimento de Piometra, doença freqüente em fêmeas adultas.
- “Meu animal vai sofrer?” 
A cirurgia, feita sob anestesia geral, é indolor. Dentro de um ou dois dias, o animal estará brincando e retomará suas atividades normais.
- “Eu estarei interferindo na natureza do meu animal?” 
Seu animal não tem escolha, segue apenas o instinto. É dever do proprietário intervir e prevenir nascimentos indesejados. O animal será beneficiado e não subtraído de algo.
Ajude a combater a superpopulação o abandono: castre seu cão ou gato, machos e fêmeas!